Quem atua aqui pega óleos vegetais crus e os transforma em produtos que vão parar na cozinha de restaurantes, fábricas de comida e até na sua casa. O processo exige controle de qualidade o tempo todo, porque qualquer desvio pode quebrar contratos com clientes como redes de fast-food e indústrias de margarina. No fim, o negócio depende de escalar a produção e manter a consistência do óleo para vender bem tanto no mercado nacional quanto no exterior.
Esse número está acima da mediana nacional de 1 empresas desse ramo por município.