Quem fabrica medicamentos alopáticos para uso humano atende um mercado que não para de crescer, movimentando bilhões com produtos que vão de analgésicos a remédios para doenças crônicas. As vendas passam por farmácias, hospitais e distribuidoras, mas operar nesse setor exige seguir regras rígidas da Anvisa e controlar prazos de validade apertados. É um segmento que demanda investimento constante em qualidade e logística, mas recompensa com margens atrativas para quem consegue se adaptar.
Esse número está em linha com a mediana nacional de 1 empresas desse ramo por município.