Quem fabrica artefatos plásticos de uso pessoal e doméstico está por trás de itens que todo brasileiro usa em casa, como potes, bandejas, cabides e escovas. Essas empresas precisam equilibrar produção em escala com custos apertados, já que competem por espaço nas prateleiras do varejo e enfrentam demanda sazonal. Investir em design e processos mais eficientes pode ser o diferencial para crescer num mercado de margens enxutas.
Esse número está próximo da mediana nacional de 2 empresas desse ramo por município.