Quem atua no comércio atacadista de máquinas e equipamentos agropecuários não só vende tratores e colheitadeiras: entrega a espinha dorsal da produtividade no campo. Para isso, precisa de um estoque que cubra desde grandes implementos até as peças de reposição que evitam perdas na safra. É um negócio que exige logística afiada e bom relacionamento com fabricantes e produtores rurais.
Esse número está acima da mediana nacional de 2 empresas desse ramo por município.