Empresas de transporte metroviário operam a espinha dorsal da mobilidade em grandes centros urbanos, com receitas ancoradas em tarifas, contratos públicos e exploração de espaços comerciais. Para manter a operação fluindo, esses negócios consomem serviços de manutenção de trens, sistemas de bilhetagem eletrônica e softwares de gestão de tráfego. Quem vende soluções para esse setor precisa dialogar com gestores de frota e compradores públicos que priorizam eficiência e segurança.
Esse número está próximo da mediana nacional de 2 empresas desse ramo por município.