Milhões de brasileiros mantêm contratos com sociedades de capitalização, que funcionam como um cofrinho programado com sorteios no caminho. A proposta é simples: o cliente define um valor mensal, acumula recursos e ainda participa de sorteios periódicos. O mercado é puxado por grandes grupos financeiros e atrai quem busca disciplina financeira com um toque de jogo.
Esse número está próximo da mediana nacional de 1 empresas desse ramo por município.