O mercado de reprodução assistida no Brasil enfrenta um gargalo curioso: a demanda cresce mais rápido que a oferta de profissionais e leitos especializados. Para clínicas que querem escalar, a saída está em parcerias com hospitais, serviços de compartilhamento de laboratório e plataformas de telemedicina para acompanhamento pós-procedimento. Isso cria oportunidades para empresas de infraestrutura hospitalar, desenvolvedores de portais de agendamento e até mesmo academias voltadas à saúde reprodutiva.
Esse número está próximo da mediana nacional de 1,5 empresas desse ramo por município.