Centros de acolhimento e abrigos enfrentam a rotina de receber pessoas em situação de rua, dependentes químicos e famílias desabrigadas. A gestão desses espaços precisa conciliar segurança, alimentação e encaminhamento para a rede pública de saúde e assistência. Uma boa administração reduz custos operacionais e aumenta a capacidade de atendimento.
Esse número está próximo da mediana nacional de 2 empresas desse ramo por município.